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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

NADA É EM VÃO

NADA É EM VÃO

Amores não são perdidos,
Nem tão pouco esquecidos,
Muitos se mantém aquecido
Na faísca que uma hora foi chama.

Gritos que não são ouvidos,
São apenas murmúrios,
No calor de corpos nus,
Gemidos se transformam em urros,
No ardor de mentes insanas.

Pensamentos não são em vão
São desejos emitidos,
Assistidos por nossa mente,
Motivações de sentimentos carentes
Reações de uma alma que clama!

Poesias não são rabiscos,
São expressões que não são gritos,
Pensamentos que foram ditos,
Escrito por um poeta que ama.

(Flávio Cardoso Reis)

Do livro Olhos de Lince/A visão de um poeta.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

FRAGMENTOS (Soneto da Procura)


"(...)Procura-se um amor, por um momento!
Instantes do mais puro e belo sentimento,
Até agora, só encontrada em pensamento..."

(Flávio Cardoso Reis)
NOSSOS MOMENTOS

Flashes que passam
Diariamente em minha mente,
Olhares e carícias,
Intimidade e liberdade,
Beijos e malícias.

Brigas e desentendimentos
Reconciliações ardentes
Noites calientes,
Vivas em pensamentos.

(Flávio Cardoso Reis)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

FRAGMENTOS


"(...)Eu gostaria de saber voar...
- como gostaria!
Por isso eu deslizo nos versos
E vôo livre na poesia."

( Flávio Cardoso Reis )
SONETO DA PROCURA

De quanta paixão se vive um amor?
Andei procurando e não tive resultado,
Se de tantas paixões só obtive dor!
Será que algum dia eu serei amado?

Não me canso de procurar tal achado,
Não me baseio na experiência anterior!
Onde o coração despontou machucado,
Se não encontrei o amor, eu obtive calor.

Procura se um amor, para um solitário,
Algo que o aqueça, o complete e acolhe-o!
Algo concreto, real, que não seja imaginário...

Procura se um amor, por um momento!
Instantes do mais puro e belo sentimento,
Até agora, só encontrada em pensamento...

(Flávio Cardoso Reis)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

"Já sofri perdas
E junto a perdas
Encontrei pedras
Pedras raras...
As mesmas pedras
Que atiraram em mim!"(...)

(Flávio Cardoso Reis)